Diagnóstico de defeitos em hidrogeradores

Abaixo do vídeo, disponibilizamos as perguntas e respostas do webinar.

As perguntas feitas durante o webinar estão respondidas aqui!

Qual a norma/referência para o limite de 10% no tubo de sucção?


Essa referência no nosso software é configurável. O 10% veio de referência de um dos clientes da AQTech, que solicitou essa funcionalidade. Não conhecemos uma norma específica para isso, e acredito que essa referência veio da experiência da equipe do cliente.




Para várias falhas elétricas, a frequência de 120Hz é sensibilizada. Isso independe da rotação nominal da máquina? Tem relação com os 60Hz de frequência elétrica da rede?


Isso depende dos modos de falha. A maioria tem relação com o 60Hz da rede, por isso 120Hz (para 50Hz, é 100Hz).

Porém alguns problemas elétricos, como um desbalanceamento magnético (causado por curto entre espiras, por exemplo), pode excitar a frequência fundamental da rotação, como explanado durante o webinar na diferenciação entre tipos de desbalanceamento.




Para flutuação de pressão e cavitação; como se estabelece a quantidade e posição de sensores? Para cavitação; qual sinal aquisitado?


Geralmente para flutuação de pressão utilizamos um sensor de pressão dinâmica no tubo de sução. Para cavitação, é possível instalar um sensor de aceleração no tubo de sucção. Além disso, é possível que o próprio mancal da turbina detecte vibrações relacionadas a cavitação (alta frequência).




O diagnóstico baseado na órbita é também realizado no domínio da frequência. Entendo que o estudo da orbita entrega um módulo e uma fase.


Órbita e análise de espectro de frequências são duas maneiras distintas de se diagnosticar uma máquina, que podem ser utilizadas para confirmação do diagnóstico.

Geralmente na órbita é feita uma análise mais qualitativa, avaliando o comportamento dela (sentido de rotação, se há loops, etc.). Na análise de espectro, geralmente é utilizado o módulo, e em alguns casos a fase (referenciado ao sensor fasor).




No caso de flutuaçao de pressão no tubo de sucção o limite é 10%, no meu caso a pressão vai de 0,5 bar a -0,5 em uma maquina nao afogada isso indicaria um disturbio hidraulico?


É meio complicado dar um diagnóstico apenas com esse dado. Precisamos conhecer melhor as características da máquina (dados de placa) e se possível ter dados de outros sensores, como acelerômetros.




A temperatura não exerce nenhum informação adicional?


Sim.

É comum que nas usinas já tenham o monitoramento e alarme nas temperaturas dos mancais, e, quando possível, esses dados são integrados aos sistemas de monitoramento. Um nível global de vibração aumentando, com uma temperatura de sapata aumentando também pode indicar problema.

Além disso, se referenciarmos a norma 20816-5, que estabelece limites de vibrações para os mancais, ela leva em consideração uma temperatura estabilizada.





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